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16 de outubro de 2012

"Medicalização de crianças"


Há cincoenta anos para mais, que o Dr. Thomas S. Szasz, Húngaro nascido em 1920, residente nos Estados Unidos desde 1944, graduado em medicina pela Universidade de Cincinnati, com Residência Psiquiátrica no Chicago Institute for Psychoanalisys, professor da Universidde de Nova York desde 1956: - em centenas de comunicações científicas para congressos de Medicina e mais de quinze livros publicados sobre o tema, todos com tradução e edição no Brasil; - vem denunciando a medicalização, generalizada e não cuidada cientificamente, de problemas emocionais ou de comportamento, especialmente de aprendizagem, inclusive com vídeos no youtube, disponibilizados pelo canal do NUCA: nuca.org.br. - Também há mais de quinze anos que a Psicologia Científica Existencialista vem estudando e trabalhando neste horizonte dos conhecimentos científicos avançados para nosso primeiro século de Terceiro Milênio, num esforço interdisciplinar, com resultados que se podem dizer promissores na prática. São profissionais da Psicologia que assim atuam pelos consultórios: a) Relações, em Florianópolis e b) Interação, em Blumenau. Mais detalhes e aprofundamentos podem ser obtidos no Facebook, no Blog do Relações e na sua Home Page. Um pouco mais de atenção para essa problemática da medicalização de dificuldades de aprendizagens ou comportamentais de crianças, seria uma especial homenagem a elas que estam comemorando sua semana neste momento, e amanhã comemoram seu dia. Aliás, a matéria disponibilizada no link abaixo, de nível de doutorado na área, vem com dados e depoimentos que não podem ser contornados por Pais, Psicólogos, Educadores, Assistentes Sociais e todos os profissionais a que o assunto alcance por fazer de ofício.

(Pedro Bertolino: 11.10.012: Fpolis.)

17 de setembro de 2012

Psicoterapia Infantil (Atendimento de consultório a crianças)


     A expressão "Psicoterapia infantil" é um desvio de linguagem ou metáfora que se busca em "Psicoterapia de Adultos. " Com efeito, o suporte teórico-metodológico para ambos os casos é o mesmo. Porém, há diferenças de estratégia que precisam ser esclarecidas ou especificadas, evitando inconveniências. No caso de atendimento a crianças no curso de primeira e segunda infâncias (até 12 anos), não há razões éticas ou técnico-científicas para sessões individuais de consultório, na ausência ou sem participação dos pais: - até, aliás, pelo contrário.
     Nada pode estar ocorrendo com o desenvolvimento da personalidade de uma criança que não possa ou, muito menos, não deva ser de conhecimento pleno dos seus pais ou adultos de responsabilidade sociológica: garantido o sigilo profissional e a reserva ética para âmbitos familiares, conforme cada caso. Além disto, os benefícios do atendimento precisam chegar à criança e consolidar-se no cotidiano do sociológico familiar da mesma, com os pais na condição de titulares inalienáveis da Educação e da formação da personalidade de seus filhos, por razões legais, éticas e científicas.
       Assim conhecem e atuam os profissionais do Consultório Relações, em Florianópolis, e do Consultório Interação, em Blumenau, na condição de integrantes do atual quadro de associados ao NUCA: Estudos e Atividades em Existencialismo (Nuca.org.br)

Pedro Bertolino (da Silva)
(Pesquisa e redação) 

22 de outubro de 2011

Psicologia Infantil e a Lei da Palmada


Em 12 de outubro de 2011 a psicóloga e psicoterapeuta do Consultório Relações, Ana Cláudia de Souza, sócia do Núcleo Castor, participou do programa "Conversas Cruzadas", da TV Com - RBS TV, sobre um assunto atual e polêmico, que ficou conhecido como a "Lei da Palmada". Neste programa, entre as várias questões levantadas, a psicóloga Ana Cláudia destacou a importância do Projeto de Lei, que restringe o costume de educar com prepotência, usando a agressão - mesmo que moderada - como sistema de educação, esclarecendo os prejuízos deste sistema educacional para o desenvolvimento de uma personalidade saudável. Além disso, abordou como a educação e a relação entre pais e filhos, e entre alunos e escola deve se dar em termos de mediação, indução, compartilhamento, na ação compartilhada e não através de punições, castigos, proibições, exigindo de todos os envolvidos uma mudança de mentalidade.


Saiba mais assistindo a toda entrevista!

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